Liberdade de expressão é para o bem de todos

Publicada em 19/01/2021

As plataformas digitais concentram um poder abissal, já que controlam as informações, e assim, dirigem – isso mesmo – à “liberdade” de expressão.
Uma coisa parece-me ser o monopólio de empresas que produzem bens e ofertam serviços e experiências diferenciadas – e justamente por isso se tornaram monopolistas -, sendo mais eficientes do que seus concorrentes.
Este tipo de monopólio natural é justificado, em minha visão, caso contrário estaríamos punindo o sucesso de empresários inovadores, e os próprios consumidores destas empresas.
Outra coisa bem diferente diz respeito as plataformas de internet, tais como Apple, Facebook, Google e Twitter.
Grande parte da vida e das informações dos indivíduos estão centralizadas nessas plataformas que possuem a capacidade de manipular os fatos, de acordo com seus próprios interesses.
Eles detêm muito poder e controle sobre informações e como se processam e se disseminam as comunicações políticas.
No sou especialista no assunto de redes, mas no caso monopolista dessas plataformas que controlam as informações políticas críticas, podendo manipula-las segundo seus interesses, sou a favor de uma maior regulamentação estatal.
A simples observação dos fatos recentes exige que algo seja realizado; não é possível conviver com distorções e censura.
Vejo que são dois tipos de situações bem distintas.
Como proceder na circunstância das Big Techs? Não sei, mas parece-me necessário regular, para a proteção da liberdade de expressão e para o bem de todos.
Com a palavra, os especialistas!

Por: Alex Pipkin, PhD

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