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Aos cidadãos de Porto Alegre – Parte 2

Publicada em 25/08/2020

Vivemos há mais de 4 meses com atividades restritivas aos hábitos e costumes da sociedade porto alegrense, entre os quais, o livre arbítrio de trabalhar, comprar e vender.
Neste período o poder público teve tempo e a verba necessária para dotar nossa cidade de estrutura física e de pessoal para o atendimento médico da população atingida pela pandemia.
Temos agora que buscar medidas também para a preservação de nossa economia, quer pessoal, familiar ou empresarial, sem as quais não teremos condições de manter a luta contra este vírus e em defesa da vida.
Considerando a necessidade de manter os cuidados para diminuir a aglomeração das pessoas no transporte público e procurando minimizar as possibilidades de contágios, apresentamos as seguintes medidas, numa primeira fase, que urgem serem tomadas, sempre mantendo o diálogo com as partes envolvidas para novos ajustes:

  • A abertura do comércio, independentemente do seu porte, nos seguintes horários: comércio tradicional (de rua) das 9 h às 17h e dos shopping centers das 12 h às 20 h;
  • Abertura de bares e restaurantes nos horários de 11h às 22 h.
  • Atendimento dos prestadores de serviços em período único das 10h às 16 h, excetuando as instituições de ensino que atenderão os termos acordados com o Governo do Estado
  • Liberação das atividades na Construção Civil, igualando as obras públicas e privadas, no horário das 7h às 17h
  • A ampliação dos horários de atendimento das atividades essenciais e a flexibilização dos estacionamentos para minimizar eventuais concentrações e aglomerações.

 

Os protocolos de saúde, que protegem os trabalhadores e clientes do covid-19, serão rigorosamente seguidos, cobrados e difundidos por nossas entidades, buscando uma conscientização cada vez maior de nossa população.
Frente ao acima exposto é imperioso que o poder público decrete a retomada inadiável e imediata das atividades econômicas. Estamos abertos a um processo construtivo, sob pena de ruptura dos canais de interlocução e do colapso do sistema econômico e; por conseguinte, da saúde de toda a população.

Porto Alegre, 1° de agosto de 2020.
A carta é assinada por Abrasce, Abrasel, Aclame, Acomac, ADCE, ADVBRS, AEHN, Agas, ALSHOP, ACPA, CDLPOA, Fetransul, ICF, LIDE, Sindha, Sindilojas, SecoviRS, SincodivRS, SindusconRS, SinepeRS, Sergs e Sulpetro.

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